Fluxo, 643

Fluxo

Do corpo carne

Ao espírito alma

Tudo flui em calma

Nada em alarme

 

Do nada ao tudo

O olho que não vê

Como mal se crê

O pó da vida mudo

 

Cabe no meu entender

Foge de meu crer

A luz agora é jasmim

 

Foi o bálsamo do devir

Aquilo que se foi a sentir

Quando alguém ouviu a mim

A. Q.

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