Ano Novo, 25

Ano Novo

Falta pouco para findarmos mais um ano em nosso calendário.

E essa bagagem vai ficando para trás como que mesmo fazendo parte de uma vivência, experiências. Por vezes queremos nos libertar e esquecer de boa parte do que passou. Fazemos votos de muita coisa mudar, desejando que certas situações não tivessem sequer acontecido. Se pudéssemos alteraríamos o passado recente deste ano prestes a terminar.

Por que pensamos assim? Mudar o passado é tema obscuro e só temos o presente, o dia de hoje, para fazer isso e porque ele nos trouxe até aqui. Bem ou mal.

Mudar o presente já seria uma reação ao passado. Variar na forma do pensar hoje é alterar da melhor maneira o que vinha do antes que queremos esquecer ou mudar.

O dilema do não mexer vigorosamente no presente é tão controverso como desejar melhorias para o futuro.

Usarmos o passado como âncora do barco que derivou em local indesejado e só termos o hoje como bússola que sinaliza o norte dos nossos desejos. O futuro é uma distante, desconhecida e linda paisagem no ideário de nossas mentes.

De verdade vivemos todos os dias com um pé no futuro e outro no passado mas à deriva no presente.

Quinto Zili

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