Reencontros, 139

Reencontros

Como é bom se reencontrar com alguém

Olhar no olho de um ente desafeto

Esquecer o passado, ficar dele além

E sentir que o perdão chegou por perto

 

Somos difíceis de quebrar aguilhões

Temos travas no abrir um sorriso

Foram anos a pensar com travões

De repente nos abrimos no improviso

 

Ao quebrar o triste elo do passado

Vemos abrir uma aléia de ventura

Aquele peso que se carregava atado

Fez transformar nova atitude em brandura

 

Dos dois lados se quebrou a amargura

De um só momento libertou-se o inimigo

Ver isso acontecer é romper a armadura

Restabelecer o telhado, voltar ao abrigo

 

Coisa boa é sentir suave beleza

De um coração já liberto da opressão

Eu e ele percebemos o fim da tristeza

Fim do período obscuro, reencontro em ação

Quinto Zili

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